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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Alterar modo de inicialização do Linux - continuação - usando Systemd


Fala pessoal,

Resolvi fazer outro post sobre este assunto. O fedora (a partir da versão 15) vem utilizando um sistema de chamado Systemd.

Para saber mais sobre o Systemd acesse aqui. (site em inglês)

No post anterior eu havia falado sobre o arquivo "/etc/inittab". Nas versões e distribuições Linux que adotam o systemd, este arquivo não serve mais para controlar os runlevels.

Ao abrir o arquivo "/etc/inittab" vemos a seguinte texto:

# inittab is no longer used when using systemd.
#
# ADDING CONFIGURATION HERE WILL HAVE NO EFFECT ON YOUR SYSTEM
#
# Ctrl-Alt-Delete is handled by /etc/systemd/system/ctrl-alt-del.target

#
# systemd uses 'targets' instead of runlevels. By default, there are two main targets: 
#
# multi-user.target: analogous to runlevel 3 
# graphical.target: analogous to runlevel 5 #
# To set a default target, run:
#
# ln -s /lib/systemd/system/.target /etc/systemd/system/default.target
#

Em outras palavras, o texto diz que o "inittab" não é mais utilizando quando o systemd é usado. Colocar e/ou alterar configurações neste arquivo "/etc/inittab" não terá nenhum efeito no sistema.

Então como é que agente vai fazer para alterar o modo de inicialização do sistema? O próprio arquivo informa como devemos fazer isso, mas é bom, sempre bom, fazer uma pesquisa no famoso google para ter certeza.

Esta pagina explica como fazer.

Antes de tudo, parece idiota, mas você precisa abrir o arquivo "/etc/inittab" para ter certeza de que o systemd esta instalado. Outra maneira de saber é verificando se existe os pacotes do systemd instalados no seu sistema.

# rpm -qa | grep systemd
systemd-libs-195-15.fc18.i686
systemd-195-15.fc18.i686
systemd-sysv-195-15.fc18.i686

Se o arquivo "/etc/inittab" apresentar o texto parecido com o texto que eu coloquei acima, e o comando rpm apresentar estes pacotes, então provavelmente seu sistema usa do systemd.

O systemd funciona através de "targets" (ou destinos) e, segundo o site de referencia, é um substituto bem mais flexivel para runlevels no sysvinit.

O runlevel 3 (modo texto) é emulado pelo arquivo "multi-user.target" e o runlevel 5 (modo gráfico) é emulado pelo arquivo "graphical.target". Existem links simbólicos para facilitar as coisas:
  • runlevel3.target é um link simbólico para multi-user.target
  • runlevel5.target é um link simbólico para graphical.target
Se você quer apenas "alterar" o runlevel atual digite os seguintes comandos (testados no fedora 18)

Para runlevel 3 (modo texto):
# systemctl isolate multi-user.target
(ou)
# systemctl isolate runlevel3.target 
Para runlevel 5 (modo gráfico):
# systemctl isolate graphical.target
(ou)
# systemctl isolate runlevel5.target

Se você quer alterar o modo padrão de inicialização, faça assim:

systemd usa links simbólicos apontando para o runlevel padrão. É preciso apagar o links simbólico existente antes de criar um novo link.

Para apagar execute o seguinte comando:
# rm /etc/systemd/system/default.target

Para usar o runlevel 3 (modo texto) como padrão, crie o seguinte link:
# ln -sf /lib/systemd/system/multi-user.target /etc/systemd/system/default.target

Para usar o runlevel 5 (modo gráfico) como padrão, o comando é este:
# ln -sf /lib/systemd/system/graphical.target /etc/systemd/system/default.target

Para verificar se tudo esta correto verifique o link criado:
# ls -la /etc/systemd/system/default.target

A saída deste comando deve mostrar para qual arquivo o link esta apontando:

...../etc/systemd/system/default.target -> ln -sf /lib/systemd/system/multi-user.target
ou
...../etc/systemd/system/default.target -> ln -sf /lib/systemd/system/graphical.target

Agora basta reiniciar o computador e pronto, o modo de inicialização padrão definido pela criação do link simbólico estará funcionando.

Qualquer duvida é só comentar,
Valeu,
Mad2ogs









Alterar modo de inicialização para texto no Linux

Bom dia pessoal,

Estou preparando um novo servidor de domínio e como já é costume meu, antes de mexer no servidor, faço um passo a passo (tutorial) a fim de saber exatamente o que instalar e como configurar e mais importante, se vai funcionar ou não. hehehe

Faço sempre meus testes usando uma maquina virtual usando o VirtualBOX.

A instalação do Virtualbox é muito simples. Se alguém tive alguma dificuldade me avisa que eu coloco aqui como é que eu fiz.

As vezes as distribuições Linux insistem em instalar o modo gráfico (X11), mas isso não é problema, a final, este ainda é um teste em uma maquina virtual. De qualquer forma o modo gráfico deixa a estação pesada e lenta.

Para alterar o modo de inicialização do linux para modo texto é muito fácil. Já fiz isso um monte de vezes.

Basta editar o arquivo "/etc/inittab" e fazer uma pequena alteração. O próprio arquivo mostrar uma lista de Runlevels disponíveis:

# Default runlevel. The runlevels used are:
#   0 - halt (Do NOT set initdefault to this)
#   1 - Single user mode
#   2 - Multiuser, without NFS (The same as 3, if you do not have networking)
#   3 - Full multiuser mode
#   4 - unused
#   5 - X11
#   6 - reboot (Do NOT set initdefault to this)
#  
id:5:initdefault:
A ultima linha (normalmente) é a linha a ser alterada. Como podemos ver, o sistema esta configurado para usar o runlevel numero 5, que corresponde ao X11, ou seja o modo gráfico do Linux.

Se você quer que seu sistema inicie sempre em modo texto, edite o arquivo e altere a ultima linha para:

id:3:initdefault:

Assim, da próxima vez que você iniciar o sistema ele irá "cair" direto no modo texto.

Qualquer duvida é só comentar...

abração a todos,
Mad2ogs

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Configurar acesso à internet via proxy em um servidor linux

Fala pessoal,

Uma das tarefas mais comuns em ambientes corporativos é o uso do PROXY para acesso à internet. E nem sempre você terá a opção de acesso à internet direto, mesmo nos servidores.

Se você tem um servidor linux e quer acesso a internet para realizar updates, via "yum" ou "apt-get", você vai precisar configurar o proxy via linha de comando.

Existem diversas maneiras de fazer isso, e fica a critério de cada um decidir qual se aplica melhor para as suas necessidades. Vou mostrar aqui apenas dois métodos.

1° Método:
O primeiro método é o mais simples. Você precisa dizer para o sistema que a variável "http_proxy" possui um valor especifico. Esta variável é consultada pelo sistema toda vez que um acesso à internet é solicitado.

Abra o terminal e digite os seguintes comandos com o usuário root:

Se o proxy NÃO for autenticado, utilize essa sintaxe:
# export http_proxy="http://nome_servidor_proxy:porta_do_servidor"


Se o proxy FOR for autenticado, utilize essa sintaxe:# export http_proxy="http://usuario:senha@nome_servidor_proxy:porta_do_servidor"

Exemplos:
Sem autenticação:
# export http_proxy="http://servidor.proxy.com.br:3128" 
ou
# export http_proxy="http://10.61.1.10:3128" 

Com autenticação:# export http_proxy="http://usuario:senha@servidor.proxy.com.br:3128"
ou
# export http_proxy="http://usuario:senha@10.61.1.10:3128"

Se você precisa configurar o proxy para obter acesso à algum FTP ou site HTTPS, você deve digitar mais dois comandos alterando apenas o nome da variável. Assim:

Para acesso via FTP:# export ftp_proxy="http://usuario:senha@10.61.1.10:3128"

Para HTTPS:# export https_proxy="http://usuario:senha@10.61.1.10:3128"

Lembrando sempre de ajustar seu comando, de acordo com as configurações locais.

Importante: Neste primeiro método, o proxy fica configurado apenas na sessão atual. Assim que você realizar um logoff, o sistema perde essa configuração e você terá que digitar os comandos novamente na próxima vez que logar no sistema.

2° Método:
O segundo método possui os mesmos princípios do primeiro. No entanto a configuração é feita "globalmente" a fim de funcionar geral para todos e com isso não temos que re-digitar os comandos "export ..." toda vez que agente acessar o servidor.

Abrar o terminal e edite o arquivo (sempre usando o usuário root) "/etc/profile".
# vi /etc/profile

Adicione no final do arquivo as linhas referente ao proxy:

Para proxy NÃO autenticado:
export http_proxy="http://10.61.1.10:3128"
export https_proxy="http://10.61.1.10:3128"
export ftp_proxy="http://10.61.1.10:3128"



Para proxy autenticado:
export http_proxy="http://usuario:senha@10.61.1.10:3128"
export https_proxy="http://usuario:senha@10.61.1.10:3128"
export ftp_proxy="http://usuario:senha@10.61.1.10:3128"


Salve o arquivo e digite mais um comando para que o sistema leia as alterações feitas:
# source /etc/profile

Pronto!! Agora o proxy esta configurado e na próxima vez que você logar no sistema, as variáveis serão carregadas automaticamente.

Importante: É preciso esclarecer que este segundo método possui um detalhe importante que precisa ser comentado. Se o proxy na sua rede for autenticado, você deverá colocar a senha do usuário em plain (texto) no arquivo "/etc/profile". Ou seja, sua senha ficará visível para qualquer um que acessar o servidor e visualizar este arquivo.

No meu caso, como as senhas dos servidores são restritas, somente o pessoal autorizado irá acessá-los. E para facilitar a gerencia nos servidores, criamos um usuário padrão (sem acesso administrativos na rede windows) para usá-lo na configuração do proxy no arquivos "/etc/profile".

Dependendo do tipo de servidor, e do numero de pessoas que o acessam, este segundo método pode não ser viável ou até mesmo seguro. Então tome muito cuidado...

Abraço a todos e até a próxima...
Mad2ogs

Ah, não esqueçam de deixa um comentário....





segunda-feira, 25 de março de 2013

Instalando Repositório EPEL fácil fácil no CentOS 6

Fala galera,

Uma das primeiras coisas que não se pode deixar de fazer, é colocar o repositório EPEL.

O repositório EPEL (Extra Packages for Enterprise Linux) é utilizado pelo "yum" a fim de instalar pacotes adicionais que não estão contidos nos repositórios padrão do CentOS. Quer saber mais sobre o EPEL? Acesse a pagina oficial deles aqui.

É extremamente fácil instalá-los, mas é preciso um pouco de atenção. Estes procedimentos devem funcionar também em outras distribuições e versões, mas neste caso fiz meus testes utilizando o CentOS 6.4.

Então vamos lá:

Primeiro Passo (32 ou 64 bits):
É preciso saber que tipo de sistema operacional é o seu? 32bits ou 64bits? Para saber isso basta digitar alguns comandos no seu terminal:

O comando "uname" mostra informações do sistema. A opção -m especifica a versão do kernel.

# uname -m
x86_64

O comando "file" determina qual é o tipo de dados contidos em um determinado arquivo. Neste caso vamos analisar o arquivo /usr/bin/file:

# file /usr/bin/file
/usr/bin/file: ELF 64-bit LSB executable, x86-64, version 1 (SYSV), dynamically linked (uses shared libs), for GNU/Linux 2.6.18, stripped

Se o arquivo /usr/bin/file for 64-bit, então muito provavelmente o sistema também é. 

E por ultimo, podemos utilizar o comando "getconf". Este comando serve para 'pegar' valores do "LONG_BIT".

# getconf LONG_BIT
64

Se todos estes comando apresentaram saídas parecidas com as minhas, então seu sistema provavelmente é 64bits. Caso contrário, seu sistema deve ser 32bits. O ultimo comando "getconf LONG_BIT" possui algumas irregularidades em alguns sistemas, mostrando-se pouco confiável, mas vale a pena executá-lo mesmo assim.


Segundo Passo (verificar versão):

Agora você já determinou a questão do 32 ou 64 bits, vamos ao site procurar a versão que nos interessa. Acesse o site oficial do EPEL aqui. Logo abaixo do sub titulo "What packages and versions are available in EPEL?" você verá as opções de download. Use sempre a versão mais atual, que no meu caso é a versão 6, a não ser que você tenha algum motivo especifico para usar a versão 5.

Para 32bits --> i386
Para 64bits --> x86_64

Ao acessar estas paginas, procure no canto superior direito a letra "E" para pular para a pagina que contém o pacote epel-release-6-X.noarch.rpm. No momento em que este artigo foi escrito a versão mais atual era epel-release-6-8.noarch.rpm.

Links diretos:

Se estes links não estiverem funcionando, é porque muito provavelmente a versão do EPEL mudou. Sugiro que você entre direto no site para procurar pela nova versão. 

É importante frisar que existem diversos lugares que disponibilizam o download destes arquivos. Procure sempre no site oficial para obter os pacotes oficiais e atualizados. 

Terceiro Passo (download e instalação):

Se você já sabe qual é a versão do sistema (32 ou 64 bits) e sabe também que a versão mais atual do EPEL é a 6-8, então você pode simplesmente digitar as seguintes comandos no seu terminal:

Para 32 bits:
# wget http://dl.fedoraproject.org/pub/epel/6/i386/epel-release-6-8.noarch.rpm

Para 64 bits:
# wget http://dl.fedoraproject.org/pub/epel/6/x86_64/epel-release-6-8.noarch.rpm

Para instalar basta executar o comando "rpm" com a opção "-Uvh".

# rpm -Uvh epel-release-6-8.noarch.rpm

A opção "-U" instala o pacote e atualiza caso este (pacote) já exista no sistema. As opções "-vh" servem para mostrar em detalhe a instalação do pacote "rpm".

É importante lembrar que se a versão do pacote EPEL mudou, os comandos acima não irão funcionar. Ajuste-os de acordo com a versão disponibilizada no site.

Acho que é isso, caso você tenha alguma duvida ou achou algum erro, deixe um comentário. O repositório EPEL possui inúmeros pacotes essenciais para qualquer usuário linux, seja ele um administrador de sistemas ou não.

Valeu e até a próxima,
Abração,
Mad2ogs

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Impressora de rede no Linux Mint 12

Boa tarde a todos,

Bom, desde que instalei o Mint 12, tive alguns problemas que de inicio me deixaram um pouco irritado. Po, um sistema operacional linux user-friendly deveria ser simples e fácil de utilizar. Mas não foi bem assim.

Talvez porque eu estava um pouco acostumado a fazer tudo na mão, não sei.

De qualquer forma, eu estava sem impressora e já tinha tentado instalar pela "Configurações do Sistema" em Impressoras.


Mas por algum motivo as impressora (de rede) instaladas ficavam sempre como se estivessem instaladas localmente, ou seja, ao invés de terem o IP da impressora, tinha "localhost" como destino.

Pesquisei mas um pouco e nada. Alguns falaram para instalar o driver da impressora, outros falaram que só funcionaria se as impressoras de rede estivessem em um servidor CUPS. Bom e nada de funcionar.

Nota: Se eu fosse um usuário totalmente leigo, já tinha desistido há muito tempo :)

Hoje tive que imprimir um documento e resolvi fazer isso funcionar de uma vez por todas. Pesquisei e pesquisei bastante e finalmente achei esse site que me deu a luz.


E por incrível que parece o procedimento é mais simples do que eu imaginava.

Basta abrir o terminal de digitar:

mad2ogs@mint /home/mad2ogs $ sudo system-config-printer

E voilá:


Clica em adicionar, procura pela impressora, ou digite o IP. O sistema acha ela, você seleciona a marca, modelo e pronto. Funcionou beleza.

Testei duas impressoras de rede:
  • HP Color LaserJet 4600
  • Samsung SCX-5x30 Series
Ambas suportadas pelo sistema sem precisar instalar nenhum driver adicional.


Bom é isso, depois vou postar outro problema que tive para mapear um HD de backup que tive que colocar. As partições era LVM e deu uma dorzinha de cabeça para conseguir acessá-las.


Abraços,
Mad2ogs (Thiago Morais)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Dica: Busca e substituição utilizando o editor de texto "VIM"

Bom dia,

Vai uma dica para que utiliza o editor "VIM" no terminal Linux.

Trabalho diariamente via linha de comando e utilizo bastando o "vim". Não é tão intuitivo quanto ao "nano" mas gosto dele mesmo assim.

Precisei editar um arquivo para substituir uma seria de entradas de um texto especifico. Tarefa fácil para o Word, mas no editor "vim" nunca tinha feito.

Pesquisei um pouco e encontrei no blog do Vinicius Cordeiro o que eu precisava.

Ao abrir o arquivo:

vim arquivo.txt

Basta digitar o seguinte comando:

:%s/PalavraAntiga/PalavraNova/gc

Ele vai substituir todas as PalavraAntiga por PalavraNova, lhe perguntando o que fazer a cada referência encontrada, se quiser desabilita isso basta remover o c após a / e ele vai substituir todas. (texto original do Vinícius)


Pesquisei mais um pouco e encontrei no site WIKI do VIM algumas variações e explicações.

:s/PalavraAntiga/PalavraNova/g
          Substitui 'PalavraAntiga' pela 'PalavraNova' na linha atual

:%s/PalavraAntiga/PalavraNova/g
          Substitui 'PalavraAntiga' pela 'PalavraNova' em todas as linhas

:%s/PalavraAntiga/PalavraNova/gc
          Substitui 'PalavraAntiga' pela 'PalavraNova' em todas as linhas e solicita confirmação

:%s/PalavraAntiga/PalavraNova/gcI
          Mesmo da anterior mas é Case Sensitive (palavra exata)


A opção g significa global, ou seja, todas as ocorrências na linha são substituídas (ou verificadas) e não apenas a primeira.

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Exemplo:
O arquivo texto1.txt contém o seguinte texto:

O João gosta da Maria. Mas a Maria gosta do Zé.


Ao editar o arquivo com o 'vim' e executar o seguinte comando:


:s/Maria/Ana

Ele altera apenas a primeira entrada de Maria, ficando assim:

O João gosta da Ana. Mas a Maria gosta do Zé.

Se utilizarmos o 'g' (no arquivo com o texto original):

:s/Maria/Ana/g


O resultado seria este:
O João gosta da Ana. Mas a Ana gosta do Zé.

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Bom o resto é intuitivo. Qualquer duvida basta comentar...
Valeus...
Mad2ogs (Thiago Morais)

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Instalação do Mint 12

A instalação foi simples :)

Basta baixa a ISO do site Mint, grava num DVD e pronto. O DVD inicializa via LiveCD. Depois basta clicar no instalar e pronto. A instalação demorou um pouco mais do que eu imaginava. Não vou descrever a instalação aqui.

A versão instalada foi a Linux Mint 12 "Lisa" 32 bit (gnome). Eu gosto do gnome, mas tem uma versão para o KDE também.

O sistema instala praticamente tudo que um usuário padrão poderia precisar. Mas como eu não sou um usuário padrão, vou precisar de algumas coisas.

Os mais usados (por mim pelo menos)
  • Mozilla Firefox 7.0.1
  • ThunderBird 7
  • LibreOffice 3.4.3
O thunderbird foi o mais mole para atualizar:

mad2ogs@mint /home/mad2ogs $ sudo apt-get install thunderbird

Depois basta abrir o synaptic e procurar pelo pacote thunderbird para instalar o idioma Pt_br.

mad2ogs@mint /home/mad2ogs $ sudo synaptic

Resolvi deixa, por enquanto, o LibreOffice e o Firefox nas versões originais do sistema. No caso do navegador, ele já vêm com a maioria dos plugins pré-instalados.

Inicialmente, vou precisar instalar o Virtualbox e um cliente para acesso remoto à estações Windows na rede. Estes ficaram para um próximo post.

Qualquer duvida é só postar um comentário...

Valeus...
Mad2ogs (Thiago Morais)

Atualização do Post

Resolvi fazer um update e upgrade via apt-get para deixar o sistema realmente atualizado. E foi muito bom, atualizou um monte de coisa, inclusive o Firefox para versão 11.0, isso tudo mantendo o idioma português brasil.

by Mad2ogs